segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O meu orgulho, a minha filha

A capa de revista de hoje é para uma nova Caloira que vai arrasar a Universidade do Porto. Jovem, determinada e dona de uma inteligência fabulosa, esta miúda acaba de alcançar o sonho para o qual lutou de se formar com um Curso Superior.
Tal como eu, muitos dos Cavalinhos/as estarão neste momento a viver este momento com os vossos filhos e até alguns com os netos que terão alcançado também este ano essa meta.
A todos aqueles que atingiram o seu objectivo quero enviar um abraço de parabéns e dar-lhes força para anos difíceis que terão pela frente, de muito "marranço" e folia Briosa. Aos que por qualquer motivo o viram adiado, nada de desanimar, são jovens têm todo o tempo do mundo à sua frente.
Nada se consegue sem esforço e dedicação, e neste momento que é mais deles que nosso, desejar-lhes um futuro risonho e muitas noitadas Académicas pela frente, sempre com moderação claro.

Picado do blog Cavalo Selvagem de 14/09/2009

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

11 de Setembro

Escusado será dizer que Anónimos houve que para festejar este dia da Cobardia do Século me deixaram mensagens simpáticas no anterior post, que muito dizem do que realmente são e representam para mim: lixo, escória, esgoto. Aspecto positivo: leram-me e acharam-se retratados.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Amanhã, Dia da Vergonha


Nada que eu deseje lembrar no dia...mas que não podemos esquecer também.
Abomino actos cobardes. O mesmo ódio que devoto a gente anónima, cobarde, de cara tapada, facciosos, radicais, cheios de idéias fixas e palas nos olhinhos que não deixam pensar que há mundo para os lados. As guerras santas começaram assim, as religiões seguem-lhes as pisadas e as políticas fazem disto o seu ganha pão.

Legislativas: Ferreira Leite e Portas em desacordo sobre impostos e rendimento social de inserção



Lisboa, 10 Set (Lusa) - A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, e o presidente do CDS-PP, Paulo Portas, antigos colegas de Governo, enfrentaram-se hoje num debate na RTP em que manifestaram discordâncias sobre os impostos e o rendimento social de inserção.

A presidente do PSD opôs-se à proposta do CDS-PP de cortar um quarto das despesas com o rendimento social de inserção, transferindo-se essa verba para as pensões, e contestou que se chame a essa prestação social "financiamento à preguiça".

"Há muitas pessoas que recebem esse rendimento por uma enorme necessidade e não podem nem devem ficar estigmatizadas por esse motivo. Eu penso que todas as generalizações são perigosas. Atribuir preguiça a quem recebe o rendimento social de inserção, genericamente, é algo que eu repudio genuinamente", afirmou Ferreira Leite.


In Jornal de Notícias

sábado, 5 de setembro de 2009

A Palavra mais difícil do mundo para Tanta gente

Cano de Esgoto -Blog Boatosdomeubairro

Saudações a quem me ler.
Hoje apetece-me falar sobre a problemática dos esgotos culturais e da loucura que acomete o cérebro humano.
Algo que sempre me causou muita impressão é o facto de me cruzar ou mesmo até falar com pessoas todos os dias, aparentemente normais, e que são de uma complexidade que me deixa zonza. Seres angustiados, vítimas de infâncias ou juventudes difíceis, ávidos de atenção, em estado puro de maldade, que não sabem como extraír essa raíz raivosa sem que a sua árvore de existência morra.
A quem quiser, quem tiver tempo, e de preferência com quarto de banho bem pertinho, convido a ler o seguinte blog: http://boatosdomeubairro.blogs.sapo.pt/. Não negando que exista bem pior que isto, revolve-me o estômago a seguinte ideia: alguém que nasceu inteligente decidiu, num acesso de ódio e raiva em relação a gente que conhece e que não conhece, criar um blog onde os posts recebem comentários escritos pelo próprio administrador, aproveitando assim uma impunidade bestial para extravasar toda a escória que lhe corre no sangue, utilizando textos de outros, nomes que não o seu para assinar os respectivos comentários, apresentando textos com erros de portugês feitos intencionalmente para despite dos incautos (que já não vão na cantiga), etc. Tudo isto a funcionar numa cabeça cheia de nada. E toda a gente já percebeu quem é o autor e só lhe segue o estilo quem for pior ainda, o que não deve ser muito possível.
Deixa-me triste estes erros do dito Criador...pois abortos devem ter acontecido em pessoas que deviam ter direito à vida e nem viram a luz do dia.
Este criador de blog de nível zero não tem vida. Pelo menos vida própria. Perde o seu tempo a criar mails falsos e a tentar colocar toda a gente em pé de guerra, enviando textos a torto e a direito, utilizando o que não é seu nem nunca foi. Desengane-se o coitadinho: todo o léxico porco que tem utilizado a respeito de terceiros lhe será devolvido em dobro na cabeça de cada um que se sente inocente e vítima de regras de utilização do SAPO que puramente não funcionam. Quem não deve não teme. Ele vai continuar a obra de demência, acha que se sente feliz assim, ri-se sozinho. Mas está efectivamente SOZINHO. E não no meio de um grupo de amigos como gostaria.
Posto isto, feliz estou eu quando vejo um grupo coeso que não se deixa abater pelo diz que disse. Enfim...para quem me ler ou passar por aqui só por acaso, isto foi um desabafo. O saneamento do SAPO está em mau estado e se algum cano rebentar...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Casos de violência doméstica registados pela PSP aumentaram



As denúncias de violência doméstica registadas no ano passado pela PSP aumentaram 35 por cento devido à maior confiança das vítimas nas forças de segurança e à menor vergonha em expor casos do foro íntimo.

"Actualmente as vítimas de violência doméstica denunciam a agressão com mais facilidade, pelo que os números não representam um aumento de casos", disse à Agência Lusa a subcomissária Jesuína, que até há bem pouco tempo tratava destes casos na Divisão de Investigação Criminal da PSP.

Segundo os últimos dados da Polícia de Segurança Pública (PSP), o número de casos de violência doméstica tem subido nos últimos três anos, tendo sido registados 17.647 processos em 2008, mais 4.597 que no ano anterior.

Porém, no entender da oficial, "não há um aumento do crime, mas um maior número de denúncias resultante de um maior à-vontade das vítimas", na sua grande maioria mulheres entre os 20 e os 40 anos.

Um maior conhecimento e divulgação e uma constante chamada de atenção da opinião pública para este tipo de crimes ajudam as vítimas a denunciar os seus agressores.

"As mulheres são as grandes vítimas de violência doméstica, estando a grande maioria das vezes associada a agressões físicas, injúrias e ameaças", disse a subcomissária, acrescentando que a utilização das armas neste tipo de crimes não é muito significativa.

Contudo, e apesar do aumento das denúncias, ressalva, "este crime ainda tem muitas cifras negras e continua a ser muito escondido pelas vítimas".

Há três anos que a PSP dispõe de salas específicas para atender vítimas, nomeadamente de violência doméstica, que são acompanhadas por Equipas de Prevenção de Apoio à Vítima (EPAV), existentes em todo o país.

As salas são locais de apoio e de atendimento às vítimas de crimes e direccionadas prioritariamente para a violência familiar, vítimas de crimes violentos e deficientes.

Estas equipas constituem a primeira linha de intervenção, atendimento, acompanhamento, apoio e encaminhamento das vítimas.

"Nota-se que as vítimas sentem mais segurança e confiança nas forças de seguranças e têm menos vergonha de contarem uma situação do foro privado às entidades públicas", afirma a policial.

E, na sua opinião, a confiança nas forças de segurança "está directamente ligada à formação dos profissionais e ao trabalho que tem sido feito no terreno, nomeadamente pelas EPAV".

Simultaneamente à intervenção das EPAV, as equipas de investigação criminal da PSP recolhem os meios de prova e questionam testemunhas, nomeadamente a vizinhança junto à residência do agressor e da vítima.

Na sequência do atendimento policial, as vítimas são encaminhadas para instituições/entidades de apoio adequadas e competentes, na área da Saúde (psicologia, hospitais, Instituto de Medicina Legal) e da Segurança Social.

Além das destas equipas, a PSP dispõe também do Programa Integrado de Policiamento de Proximidade (PIPB) em 112 das suas esquadras.

Foram formados cerca de 1.800 elementos no curso de Policiamento de Proximidade, onde aprendem a lidar com crimes sexuais, delinquência juvenil em contextos de risco, violência doméstica, violência juvenil e vitimação e grupos de risco.

Os dados da PSP revelam que em 2006 deram entrada 11.683 processos de violência doméstica, em 2007 aumentaram para 13.050 e o ano passado subiram para 17.647.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Homossexuais não podem dar sangue no Santo António


Hospital cumpre directiva do Ministério, mas a ministradiz que orientação sexual não é causa para negar doação

00h30m

CARLA SOFIA LUZ

Os homossexuais estão impedidos de dar sangue no Hospital de Santo António, no Porto. O presidente da Administração do Centro Hospitalar do Porto garante que apenas está a cumprir a directiva do Ministério da Saúde.

Pedro Esteves admite que, tecnicamente, deviam ser avaliados os comportamentos de risco e não a orientação sexual, mas garante que a recusa de doações de homossexuais por parte daquela unidade responde a uma "orientação do Ministério da Saúde, que está a ser revista". No entanto, a ministra Ana Jorge imputa a "responsabilidade" para o serviço de Hematologia do hospital, sublinhando que a orientação sexual do dador não é causa para recusar uma doação de sangue.

"Não é a homossexualidade que é a causa para não poder dar sangue. Em função da segurança de quem precisa de ter sangue, são analisados os comportamentos de risco e não por ser homossexual ou heterossexual. Os heterossexuais também têm comportamentos de risco e essas pessoas não podem dar sangue. No inquérito que é feito e quando se fala com um previsível dador de sangue são analisados os comportamentos de risco", afirmou, ontem, a governante na visita ao Hospital de Santo António, confrontada com a manifestação de um grupo de jovens contra uma atitude que consideram discriminatória.

André Relvas, um dos manifestantes, lamenta que um homem seja automaticamente excluído de dar sangue por ter tido relações sexuais com outro homem e apela à ministra Ana Jorge que altere esta restrição. "Somos discriminados", afirma, certo de que devia questionar-se o potencial dador sobre o comportamento sexual e não sobre a sua orientação. E, no inquérito do Hospital de Santo António, é perguntado, entre outras matérias, aos potenciais dadores se têm vários parceiros sexuais e se frequenta ou exerce prostituição para avaliar comportamentos de risco. No entanto, há também uma questão específica para os homens na alínea 12: "Alguma vez teve relações sexuais com outro homem?". André Relvas afiança que a resposta positiva a essa pergunta leva à rejeição imediata do candidato.

Em comunicado, o Serviço de Hematologia do Hospital de Santo António esclareceu que, para garantir a qualidade do sangue, foi adoptada a "eliminação dos dadores homossexuais masculinos e de heterossexuais com comportamentos de risco", tendo por fundamento os "estudos que revelam um maior risco de transmissão de VIH nestes grupos" e a recomendação do Instituto Português de Sangue. Embora todas as dádivas de sangue sejam testadas para o vírus da sida e outros vírus, existe um "período de janela" (incubação) de um mês em que "não é seguro o resultado negativo do teste", considerando, então, que se justifica "maior rigor na selecção prévia do dador".


In "Jornal de Notícias"